Archive for the ‘ensino’ Category
Monday, March 10th, 2008
No catálogo de jornalismo da Editora Contexto há uma série de livros sobre Jornalismo Especializado. Escritas por importantes profissionais do meio, as obras abordam as diferentes “modalidades” jornalísticas: Jornalismo Literário, de TV, de Rádio, Esportivo, Cultura, de Revista, Digital, Econômico, entre outras.
Abaixo uma pequena descrição sobre cada um deles. Para mais informações, basta clicar nas capas dos livros.
Jornalismo Literário
Felipe Pena
Alternativa às estruturas amarradas da redação, o Jornalismo Literário não é apenas um meio de exercitar a veia literária em textos jornalísticos. O conceito é muito mais amplo. Ao romper as correntes do lead, mas também potencializar os recursos do jornalismo, ultrapassar os limites dos acontecimentos cotidianos e proporcionar visões amplas da realidade,o gênero busca perenidade e profundidade aos relatos. Em um texto delicioso, bem ao gosto do tema retratado, Felipe Pena destaca alguns subgêneros em que se pode exercer o jornalismo literário, como crítica literária, biografia, romance-reportagem, e discute o limite entre ficção e realidade.
Jornalismo Político
Franklin Martins
A editoria de Política é capaz de despertar inúmeras polêmicas e controvérsias. Afinal, todos os dias a mídia divulga notícias do Planalto, do Congresso e do Senado que afetam direta ou indiretamente a sociedade. Franklin Martins explora de forma prazerosa o dia-a-dia de um jornalista político e conta como é a relação entre a imprensa e o poder em Brasília. Este livro – essencial para estudantes e profissionais da área – mostra que é possível para o jornalista exercer sua profissão com responsabilidade e transmitir informação isenta e correta sem se comprometer com conflitos de interesse.
Jornalismo Cultural
Daniel Piza
Embora muitas vezes relegado a segundo plano pelos veículos de comunicação – costuma ser uma das primeiras vítimas de cortes de pessoal e reduções de custos –, o jornalismo cultural continua entre os preferidos do público e ganha cada vez mais status entre os jovens que pretendem seguir a profissão de jornalista. Praticá-lo, no entanto, é muito mais do que emitir opiniões sobre filmes, livros, peças de teatro e novelas. É um exercício constante de aprimoramento e busca pela informação. Este livro descreve a fascinante trajetória do jornalismo cultural e dá orientações preciosas a quem se dispuser a produzi-lo.
Jornalismo Digital
Pollyana Ferrari
A internet despontou como um novo e fascinante campo de trabalho para jornalistas. Após a fase de deslumbramento, quando proliferaram projetos mirabolantes, é hora de colocar os pés no chão e perceber que a grande rede continua oferecendo vastas possibilidades para os profissionais da comunicação. Afinal, milhões de pessoas ao redor do mundo navegam à procura daquilo que o bom jornalismo é capaz de oferecer: informação. Ao unir orientações práticas com reflexões teóricas, este livro é uma valiosa ferramenta de aprimoramento para quem continua apostando na internet como um veículo de comunicação revolucionário e promissor.
Jornalismo de Rádio
Milton Jung
O rádio, esse “senhor” de mais de oitenta anos, soube como poucos assimilar as novas tecnologias, mantendo um público cativo e conquistando novos ouvintes, onde quer que eles estivessem. Da dona-de-casa ao alto executivo, diariamente milhões de pessoas sintonizam a emissora preferida em busca de notícias, informações ou mesmo de uma palavra amiga. Presente na internet, hoje é possível interagir com os apresentadores por e-mail ou telefone, aumentando a proximidade entre locutor e público. Neste livro, escrito para jornalistas e estudantes de Comunicação, Milton Jung, além de fornecer orientações práticas para quem pretende ingressar na área, expõe o dia-a-dia em uma grande emissora, e as “lendas” e histórias verídicas que circulam nos bastidores desse ágil, poderoso e essencial veículo de comunicação.
Jornalismo Internacional
João Batista Natali
Nenhuma editoria recebe um volume tão grande de informações quanto a Internacional. Milhares de notícias, partindo dos quatro cantos do planeta, são despejadas todos os dias sobre a mesa e nos terminais de computadores dos editores e redatores da área. Este livro mostra que, por um lado, se é verdade que o jornalista de Internacional tem pouco acesso direto às fontes que estão na origem dessa avalanche de informações; por outro, ele deve possuir uma qualificação adicional em relação à maioria dos colegas de redação: dominar profundamente no mínimo dois ou – de preferência – três idiomas, compreender as sutilezas e complexidades da política e da economia mundial. Afinal, sua matéria-prima é o próprio mundo, com todos os impasses, tensões, conflitos e articulações que, frutos da história, sempre estarão refletidos na pauta do dia-a-dia.
Jornalismo Esportivo
Paulo Vinicius Coelho
Quem decide ser jornalista esportivo? Considerada por muitos uma editoria pouco importante, o que atrai excelentes profissionais para esta área? Como fazer para desvencilhar-se da pecha de “palpiteiro” que muitas vezes vem colada ao exercício da profissão? Este livro apresenta as respostas pregando a necessidade de uma atuação mais profissional, baseada nos princípios consagrados do bom jornalismo – esforço, independência, imparcialidade e criatividade.
Jornalismo Econômico
Suely Caldas
É possível escrever sobre juros, câmbio, inflação, ações e tarifas sem cair na armadilha fácil do “economês”? Este livro prova que sim. Cabe ao jornalista traduzir para o leitor comum, em linguagem clara e acessível, o emaranhado aparentemente impenetrável de gráficos, números e índices do mercado. Esta é, também, uma área que permite ao bom repórter o exercício do melhor jornalismo investigativo. A autora derruba assim dois mitos equivocados sobre o tema. Primeiro, o de que as páginas de Economia são direcionadas apenas a circunspectos senhores de paletó e gravata. Segundo, a idéia de que elas têm que ser necessariamente escritas em linguagem burocrática, enfadonha e, muitas vezes, ininteligível.
Jornalismo Investigativo
Leandro Fortes
Qual o limite de uma apuração investigativa complexa envolvendo lavagem de dinheiro, políticos de alto escalão e até mesmo traficantes –, em que estão em jogo a ética e o risco de morte? Quais os métodos e as técnicas de investigação ao alcance do jornalista? Este livro mostra como a investigação deixou de ser um simples preceito para se transformar em uma área de especialização crescente. Traz à tona a realidade por trás do glamour do jornalismo investigativo e deixa claro que não basta reproduzir boletins policiais - grandes reportagens exigem talento, tempo, dinheiro, paciência e perseverança, e ainda podem ser arriscadas. Com texto agradável e envolvente, Leandro Fortes fornece orientações passo a passo para uma investigação e expõe os bastidores de reportagens investigativas emblemáticas. Leitura indispensável para estudantes e profissionais de comunicação.
Jornalismo de TV
Luciana Bistane e Luciane Bacellar
A televisão no Brasil tornou-se, em pouco mais de meio século, a principal fonte de informação e diversão de milhões de brasileiros. Daí a grande preocupação e os animados debates em torno do conteúdo e das mensagens veiculadas na telinha. Este livro, além de expor a rotina dos telejornais e da produção de notícias, mostra que é possível para o jornalista estabelecer a ética como limite e privilegiar a boa informação.Luciana Bistane e Luciane Bacellar mostram como profissionais e estudantes de Comunicação devem buscar soluções criativas e conquistar a credibilidade dos telespectadores desse fascinante veículo de comunicação.
Jornalismo de Revista
Marília Scalzo
Os leitores costumam manter uma relação quase passional com suas revistas favoritas. Não é à toa que gostem de andar com elas debaixo do braço, como se fossem uma espécie de emblema ou sinal de identificação. Muito do fascínio deste tipo de publicação vem justamente da capacidade que ele tem de construir fortes laços de empatia com seu público. Neste livro, Marília Scalzo desvenda os segredos do jornalismo de revista, discute as técnicas de construção de um texto mais arejado, específico ao gênero, e chama atenção para os elementos básicos da esmerada linguagem visual, tão característica do produto. Debate ainda a situação e os rumos do mercado de trabalho no setor, bem como convida o leitor para um passeio histórico ao mundo das revistas: das origens do gênero às tendências que se anunciam com as novas tecnologias.
Jornalismo Científico
Fabíola de Oliveira
Fornece um panorama histórico dessa que é uma das áreas mais polêmicas do jornalismo. Além disso, oferece um guia referencial de órgãos de pesquisa e divulgação no Brasil, fonte imprescindível para jornalistas e divulgadores científicos iniciantes. Jornalismo Científico é chave para quem pesquisa, trabalha ou mesmo reflete sobre a divulgação da Ciência, seu papel na sociedade e suas perspectivas, particularmente professores e estudantes de Comunicação.
Jornalismo Popular
Márcia Franz Amaral
Jornalismo, para ser popular, precisa ser sensacionalista? Subestimar o leitor tem sido a prática de muitos veículos da mídia, mas este livro mostra a possibilidade e a necessidade de jornais populares de qualidade. Em uma pesquisa cuidadosa que foge das respostas óbvias, a autora discute os principais veículos e esclarece o que se espera de um bom jornalista que atue no meio. Em ampla expansão tanto na imprensa quanto na mídia eletrônica essa área – com redações que publicam matérias exclusivas, dão furos e ganham prêmios – representa um mercado de trabalho expressivo tanto para profissionais experientes quanto para jovens repórteres.
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Tuesday, March 4th, 2008
Terminam no dia 6 de março as inscrições para o concurso destinado ao preenchimento de duas vagas de professor doutor, nas áreas de Literatura e Artes, no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP).
O concurso público selecionará professores em regime de dedicação integral à docência, com salário de R$ 5.938,61.
Nas provas didática e de pesquisa serão avaliados produção científica, literária, filosófica ou artística dos candidatos, atividade universitária, atividades relacionadas à prestação de serviços à comunidade, diplomas e outras dignidades universitárias.
Na área temática de literatura, o concurso abordará 12 áreas do conhecimento, entre as quais “Manifestações literárias e testemunhais no Brasil Colônia”, ” Formação do sistema literário brasileiro”, ” Romantismo e a nacionalidade”, “Perspectivas da literatura realista, naturalista e parnasiana”, “A crônica na literatura brasileira”, “Literatura e sociedade”, “Crítica textual e crítica genética” e “A literatura brasileira de 1930 ao final do século 20″.
O programa do concurso para a área de artes, por sua vez, também abordará 12 áreas, entre elas “Imagens do Brasil sob o governo de Maurício de Nassau”, “Escultura, talha e pintura na arquitetura do século 18 no Brasil”, “Os periódicos artísticos, culturais e políticos no Brasil do século 19″, “O Ecletismo nas artes entre 1870 e 1930″, “A interpretação da arte colonial brasileira na primeira metade do século 20″, “A arte concreta e neo-concreta no Brasil: política e arte” e “Política e arte no Brasil pós 1960″.
As inscrições devem ser feitas no Serviço de Apoio ao Ensino do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, situado à Av. Prof. Mello Moraes, Travessa 8, nº 140, na Cidade Universitária. As propostas serão julgadas pelo Conselho Deliberativo do IEB e pela Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Mais informações: www.ieb.usp.br ou telefone (11) 3091-3199
[via Agência FAPESP]
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Monday, March 3rd, 2008
Em janeiro de 2003 entrou em vigor a Lei nº 10.639, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas.
Com apenas três artigos, a Lei determina que as escolas de ensino fundamental e médio, das redes pública e particular de todo o país, incluam no currículo a temática da cultura e história afro-brasileiras; indica as principais disciplinas que sofrerão modificações (História, Língua Portuguesa e Educação Artística) e institui no calendário oficial das escolas como Dia Nacional da Consciência Negra, o dia 20 de novembro.
Buscando resgatar essa importante história de nosso país, recentemente a Editora Contexto lançou o livro História e Cultura Afro-Brasileira, escrito pela autora Regiane Augusto de Mattos.
Para obter mais informações sobre o livro, ler a apresentação e o sumário da obra, basta clicar na capa do livro acima.
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Tuesday, February 26th, 2008
As vagas são distribuidas para o Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento, Departamento de Psicologia e Psicanálise, Departamento de Psicologia Social e Institucional, Departamento de Clínica Cirúrgica e Departamento de Patologia, Análises Clínicas e Toxicológicas.
As inscrições podem ser feitas até 29 de fevereiro com exceção para o departamento de línguas estrangeiras e modernas. Os candidatos devem ter disponibilidade para 40 ou 20 horas semanais.
Mais informações: http://www.uel.br
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Tuesday, February 26th, 2008
Estão abertas as incrições para o Concurso Público para Carreira do Magistério Superior da UFRJ.
Informações:
Classe: Professor Adjunto (Adj)
Titulação Básica: Doutor
Regime de Trabalho: 40DE
Remuneração Inicial: R$5.549,44
Taxa de Inscrição: R$ 130,00
Inscrições até: 08/03/2008
Como se inscrever: http://www.ufrj.br/detalha_edital.php?no=Concursos&tp=Acad%EAmicos&id_edital=114&idtp=5
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Monday, February 18th, 2008
O II Congresso Internacional de Pedagogia Social ocorrerá nos dias 16, 17, 18 e 19 de abril de 2008 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Com a participação de especialistas, profissionais e pesquisadores de âmbito nacional e internacional, o Congresso pretende ser mais um marco na discussão da Pedagogia Social, especialmente quanto à regulamentação da profissão.
Programa, inscrições, pagamento de taxas e apresentação de trabalhos:
http://pedagogiasocial.incubadora.fapesp.br/portal
As inscrições podem ser feitas pela internet até o dia 29 de fevereiro (para quem apresenta trabalhos) ou até 15 de abril (para quem não apresenta).
A Pedagogia Social é uma realidade em várias partes do mundo como campo de formação, de pesquisa e trabalho, inclusive como profissão regulamentada. Sem conflitar com a Pedagogia Escolar, o Serviço Social e a Psicologia, a Pedagogia Social pode ser oferecida como curso de graduação e especialização para profissionais de qualquer área de formação.
Entendemos a Pedagogia Social como um projeto de sociedade, na qual todos os espaços e todas as relações sejam essencialmente pedagógicas. Tendo como matriz teórica a Alemanha, mas assumindo diferentes configurações nos países da Europa, América Latina e África onde foi implantada, a Pedagogia Social tem como matriz curricular as práticas de educação não-formal e neste sentido, tanto podem complementar a Educação formal quanto constituir-se em ferramenta de trabalho para ONGs, projetos e programas sociais. Educação Ambiental, Educação Rural, Educação no Campo, Educação em Saúde, Educação em Direitos Humanos, Educação em Valores, Educação Sexual e tantas outras expressões da Educação não escolar são por nós entendidas como práticas de Pedagogia Social. Os trabalhadores destas áreas precisam, entretanto, de formação pedagógica, assim como profissionais graduados de tantas outras áreas podem fazer complementação pedagógica em Pedagogia Social para melhor entender a dimensão social dos problemas jurídicos, políticos e econômicos que afetam nossa população e nosso país.
Nossa missão é instituir a Pedagogia Social como curso de graduação regular e a nossa visão de futuro é elevar a Pedagogia Social à categoria de uma profissão regulamentada no Brasil, como forma de dar condição digna de trabalho a milhares de educadores que trabalham com Educação não-formal no Brasil, especialmente nas ONGs, projetos e programas sociais.
Estes são, em síntese, os objetivos dos Congressos Internacionais de Pedagogia Social, realizados na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Fonte: Portal Pedagogia Social
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Thursday, February 14th, 2008
O objetivo do encontro é dar continuidade aos debates na área de ensino e aprendizagem de português como língua estrangeira ou segunda língua e abrir novas oportunidades para a troca de idéias e construção conjunta de metodologias contemporâneas direcionadas a falantes de espanhol.
Data: 21 a 23 de julho de 2008*
Local: Instituto de Estudos da Linguagem - Universidade Estadual de Campinas
Datas importantes
Submissões de trabalhos
até 31 de março de 2008
Divulgação do resultado da avaliação dos resumos
até 15 de maio de 2008
Inscrições com apresentação de trabalho
até 15 de junho de 2008
Inscrições sem apresentação de trabalho até 19 de julho de 2008 por e-mail (envio de comprovantes até 19 de julho de 2008) ou 21 de julho de 2008, no local do evento.
Para maiores informações: http://www.iel.unicamp.br/3sepfe/
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Friday, February 8th, 2008
O Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras (DLLE) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) oferece o curso gratuito de especialização em lingüística, com participação de professores da Ufam.
O curso abordará três troncos lingüísticos que têm grande importância nas origens das línguas atuais: a língua românica, germânica e a etnolinguística. Podem participar do curso alunos de qualquer habilitação em línguas.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 22 de fevereiro, na secretaria do DLLE, localizada no setor norte do campus universitário, no Instituto de Ciências Humanas e Letras da Ufam, em Manaus. O curso tem início em 17 de março. Mais informações no síte da universidade.
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Friday, February 8th, 2008
A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo abre nesta quinta-feira (7) inscrições ao concurso que vai selecionar 12 mil professores para ocupar cargos de coordenador.
Estes profissionais serão responsáveis, por exemplo, pelo planejamento de metas de desempenho e de elevação do nível de aprendizado dos alunos.
Para efetivar a participação no processo, o professor deve preencher até o dia 15, pela Internet, a pré-inscrição. Até dia 18, o candidato deve ir a uma das 91 Diretorias de Ensino efetivar a inscrição. Todos os professores, concursados ou temporários, podem se inscrever.
O salário de professor-coordenador de ciclo 1 é de R$ 1.773,71. Para ciclo 2 e ensino médio é de R$ 1975,55. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria, um professor na rede estadual ganha hoje, de início, R$ 1.036 para 24 horas semanais.
Prova
Além das datas de inscrições, publicadas no dia 11 no Diário Oficial do Estado, a Secretaria já definiu a data e horário para a prova de seleção: 1º de março, às 8h30. Os locais das avaliações serão divulgados pelas diretorias de ensino.
A prova terá 20 questões de múltipla escolha sobre propostas curriculares e metodologias das áreas. Cada questão valerá cinco décimos, e a classificação acontecerá a partir de cinco pontos, em uma escala de zero a dez.
Após a prova, os candidatos apresentarão projeto de trabalho (de 4 a 14 de março) e passarão por entrevista (17 a 20 de março). Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 24 de março.
Situação atual
Segundo a Secretaria, hoje existem 6.000 coordenadores — um por escola. Eles também poderão participar da seleção de 12 mil. A Secretaria levará em conta na avaliação a experiência já adquirida.
A seleção é necessária porque em 2007 foi criada nova função de professor-coordenador, com carga horária diferente (40 horas semanais) e bonificação específica (15%, mais incorporações).
Além disso, cada professor coordenador agora será responsável por um ciclo (1ª a 4ª séries do ensino Fundamental, 5ª a 8ª e ensino médio) e por no máximo 30 classes. A seleção dará prioridade para professores que já atuam na escola pretendida, passando para vizinhas se não houver interesse.
A bibliografia que servirá de base para a elaboração das questões estará disponível no site São Paulo Faz Escola.
[via UOL]
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Wednesday, February 6th, 2008
A Fuvest divulgou nesta quarta-feira a lista de aprovados no vestibular 2008 na primeira chamada da instituição. Confira aqui a lista dos nomes dos aprovados.
Os candidatos convocados na primeira chamada deverão fazer suas matrículas nos dias 11 ou 12 de fevereiro, nos locais e nos horários indicados no Manual do Candidato -páginas 60 a 62.
O candidato deve acompanhar todas as quatro chamadas para matrícula que serão divulgadas nos postos oficiais de divulgação da Fuvest ou por meio do telefone (11) 3093-2444 ou pelo site www.fuvest.br.
Após cada chamada, o candidato deverá comparecer (ou enviar um procurador) na data e horário previstos à seção de alunos da escola, faculdade ou instituto responsável pelo curso para o qual foi convocado e realizar a matrícula. Caso contrário, ele ficará definitivamente excluído do vestibular.
Candidatos chamados na segunda, terceira ou quarta chamadas, na condição de remanejados, também devem fazer suas matrículas.
[Via Folha Online]
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