Indicação da semana: HISTÓRIA DA IMPRENSA NO BRASIL
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Archive for the ‘governo’ Category

Compre o laptop do professor - Veja a lista das 64 cidades que terão laptop por R$ 1.000

Tuesday, September 16th, 2008

O MEC (Ministério da Educação) divulgou recentemente a lista dos 64 municípios em que, a partir de agosto, professores de ensino regular poderão comprar laptops por R$ 1.000.

Segundo o ministério, que lançou no começo deste mês programa de venda e financiamento de computadores para profissionais da educação, o preço do equipamento para os docentes é 35% mais baixo que o verificado no mercado.

Para comprar o computador portátil com desconto, o professor deve ir a agência dos Correios de uma das 64 cidades anunciadas, provar que trabalha em uma delas e apresentar CPF. Será divulgada, até o fim do mês, a lista completa de documentos exigidos para a compra.

A partir de setembro, o programa será expandido para todas as capitais brasileiras.

Nesta primeira fase, formam escolhidos os municípios com melhor desempenho no Ideb 2007.

A estimativa é de que o programa alcance cerca de 3,4 milhões de professores em atividade. O projeto não contempla professores fora da educação regular, como cursos pré-vestibulares, escolas de música e de idiomas e academias de ginástica.

Configuração

O computador financiado pelo MEC tem 512 megabytes, com possibilidade de expansão de no mínimo um gigabyte; unidade de armazenamento com capacidade mínima de 40 gigabytes; tela plana LCD; comunicação com interface sem fio (wireless) e software livre, com mais de 27 aplicativos.

Os pedidos serão feitos e entregues através das 6.000 agêncais dos Correios.

O ministério preparou, online, um portal com recursos de apoio à aula para os professores.

(Via UOL Educação)

Discurso político - Ano de eleição

Wednesday, July 23rd, 2008

O discurso político é, por excelência, o lugar de um jogo de máscaras. Toda palavra pronunciada no campo político deve ser tomada ao mesmo tempo pelo que ela diz e não diz. Jamais deve ser entendida ao pé da letra, numa transparência ingênua, mas como resultado de uma estratégia cujo enunciador nem sempre é soberano.

Patrick Charaudeau mostra o que escondem e o que revelam os políticos quando falam e quais os artifícios que utilizam para persuadir e seduzir os seus interlocutores. Coloca em evidência, ainda, as condições gerais de emergência e as estratégias que se oferecem a todo ator político, quaisquer que sejam as idéias e as posições por ele defendidas, e demonstra como uma mesma estratégia pode ser empregada em lugares diferentes do tabuleiro político.

Leitura atual, leve e atraente, destaca as questões do poder e da legitimidade da palavra política.

Para comprar este livro, clique aqui.

O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Tuesday, July 22nd, 2008

Clique na capa para comprar o livro

O português do Brasil, com suas variantes regionais, é bem mais vocálico do que o de Portugal, mais consonantal. Nós achamos que eles “engolem” letras. Eles acham que nós falamos “descansadinho”. Mas, se não chegamos a um consenso sobre a forma de falar, seria possível ao menos um acordo sobre como escrever? É esse o objetivo do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Este livro trata da gênese, do desdobramento e do alcance do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e faz uma breve explanação acerca do processo de consolidação da ortografia da língua portuguesa, que se reporta diretamente à especificidade da escrita diante da fala.
O primeiro capítulo enfoca, sob a perspectiva histórica, as infindáveis relações entre a ortografia e a língua portuguesa. Já o segundo capítulo discute o atual estágio da questão ortográfica, tanto em Portugal quanto no Brasil, procurando observar os principais eventos diretamente relacionados ao novo Acordo.

Finalmente, o terceiro capítulo detalha as alterações – na prática – do Acordo. Para facilitar o entendimento, essa parte traz sempre os vocábulos “antes do acordo” e “a partir do acordo”. O livro reproduz, ainda, as novas regras, integrais, no capítulo “O Acordo”.

O livro chega em nossa editora no dia 31 de julho de 2008.

Como comprar o laptop do professor

Tuesday, July 8th, 2008

O Governo publicou essa semana o Decreto 6.504, que institui o programa “Computador Portátil para Professores”.

Os equipamentos custarão até R$ 1 mil, à vista, ou podem ser parcelados em até 24 vezes, com taxas de juros que vão variar entre 1,4% e 1,8% ao mês. Segundo o texto do decreto, as vendas começam em setembro, nas capitais.

A estimativa é que 3,4 milhões de professores sejam beneficiados. Só poderão ter direito às facilidades do programa os professores de ensino continuado, do ensino básico ao universitário. Estão excluídos, portanto, profissionais de cursos pré-vestibulares, escolas de música e de idiomas e academias de ginástica.

O pedido do laptop dos professores poderá ser feito nas agências dos Correios, destinadas pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) para atender o Projeto ou nas agências designadas pelos bancos participantes. Entre eles, espera-se que o Banco Postal (Bradesco), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal participem do programa. O decreto não informa quais instituições financeiras estarão integradas ao novo pograma de inclusão digital dos professores.

Escolas passarão a ter aulas de história e cultura afro-brasileira e indígena

Friday, March 14th, 2008

Os alunos do ensino fundamental e médio das escolas públicas e particulares do país passarão a ter aulas de história e cultura afro-brasileira e indígena.

A lei, que oficializa a nova disciplina, foi sancionada nesta terça-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a vigorar a partir de hoje, com a publicação no Diário Oficial da União. Mas, segundo o MEC (Ministério da Educação ), a implementação nas instituições de ensino depende do desenvolvimento do material didático e da formação de professores para ministrar a nova matéria.

A legislação anterior previa a obrigatoriedade do ensino sobre história e cultura afro-brasileira. De acordo com o MEC, a proposta sancionada é também destacar a contribuição dos índios na formação social, econômica e política brasileira.

História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas - Lei completa cinco anos

Monday, March 3rd, 2008

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Fragmento da capa do livro “História e Cultura Afro-Brasileira“, publicado pela Editora Contexto

 

A Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História da Cultura Africana nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio fez cinco anos em janeiro de 2008. A coordenadora-geral de Diversidade e Inclusão Educacional da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), Leonor de Araújo, afirma, entretanto, que muitos professores, diretores de escolas, pedagogos e a população, de maneira geral, não conhecem a lei.

“Não podemos continuar com uma escola que tem como referência teórica apenas uma cultura de formação do povo brasileiro, que é a cultura branca européia. Precisamos referendar também os alunos que têm outras matrizes étnico-raciais na sua formação”, disse a professora.

Na semana passada, o grupo de trabalho da Secad que trata do assunto reuniu-se para definir as ações que serão implementadas a partir do próximo ano até 2010. Segundo a professora, haverá seminários regionais e um encontro nacional, e será elaborado um documento que deve servir de referencial para o programa de ampliação e de implementação da lei. Também deverá sair um decreto para dizer qual é a obrigação do governo federal com a institucionalização da Lei 10.639, acrescentou Leonor.

Na opinião da professora, a lei vem sendo implementada no país de maneira bem eventual. “Chegamos à conclusão de que, para que a implementação da lei seja realmente efetiva na rede básica, precisamos de uma orquestração nacional.”

Ela informou que, atualmente, existem apenas ações do MEC, como programas de formação de professores, já com 15 mil formados, e produção de material didático em pequena escala sobre o tema. “Nossa meta é formar pelo menos 150 mil professores por ano para chegar a 2010 com a média de 400 mil professores formados. Assim pretendemos que toda rede básica de educação de ensino fundamental e médio esteja implementando a lei.”

A Lei 10.639, de 2003, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1966. “Se a lei não for cumprida, é como se você não estivesse cumprindo a LDB. Por isso, a escola pode ser notificada e até fechada”, disse a coordenadora.

“O que nós queremos é combater o racismo e fazer com que haja mais respeito à diversidade, aos que são considerados diferentes, que sejam apenas diferentes, que eles não sejam desiguais. Então, precisamos trabalhar essa perspectiva nas três ações principais: formação dos professores, produção do material didático e sensibilização dos gestores da educação.”

[via Agência Brasil]

Por que o brasileiro não lê?

Wednesday, February 27th, 2008

O excelente blog do Alessandro Martins traz a indicação de um artigo muito interessante do Lucas Murtinho, publicado no Le Monde Diplomatique. Entitulado “Um país de não leitores”, o artigo faz um paralelo entre a educação e o hábito da leitura.

Trecho abaixo:

E o Brasil é um país de não-leitores. Claro: somos um país de não-estudantes. Em 2002, um quarto da população brasileira com mais de 10 anos de idade tinha menos de quatro anos de estudos completos: 32 milhões de analfabetos funcionais. No mesmo ano, as pessoas de mais de 10 anos de idade morando no Brasil tinham, em média, 6,2 anos de estudo. Estatisticamente, o brasileiro não estuda, e quem não estuda não lê. Não me leve a mal: sou totalmente a favor de livros mais baratos nas nossas prateleiras e de iniciativas como bibliotecas nos metrôs ou máquinas para vender livros. Todo esforço ajuda, e cada um faz o que pode. Mas não vai ser assim que vamos nos tornar um país de leitores. O que realmente precisamos fazer é a revolução educacional que aconteceu nos Estados Unidos e na Europa cinqüenta anos atrás, e em muitos países asiáticos pouco depois disso. É aumentando o público potencial da literatura que o público real vai aumentar.

Leia o artigo na íntegra

Biblioteca pública pode ser obrigatória em cidade pequena

Tuesday, February 12th, 2008

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2033/07, do deputado Clóvis Fecury (DEM-MA), que torna obrigatória a instalação de bibliotecas, com acervo mínimo de 2 mil exemplares, em todos os municípios com população igual ou superior a 100 mil habitantes. O objetivo é ampliar o acesso da população das cidades pequenas a acervo bibliográfico variado.

Para o deputado, a universalização do acesso ao livro e à leitura “é componente essencial para a construção de uma sociedade mais justa e democrática”. Em sua avaliação, o acesso ao livro deve ser prioridade no âmbito das políticas educacionais: “Atualmente, esse acesso é quase impossível diante dos altos preços das publicações e da falta de bibliotecas públicas bem equipadas e com acervo suficiente”.

Política Nacional do Livro

O texto altera a Lei 10.753/03, que institui a Política Nacional do Livro. Segundo o deputado, essa lei é um importante instrumento de incentivo à leitura, mas precisa ser modificada para atender as demandas das cidades menores. Uma das diretrizes da política é ampliar os pontos de leitura no País. A lei define como responsabilidade do Poder Executivo criar e executar projetos de acesso ao livro e de incentivo à leitura, além de ampliar os já existentes.

[Leia mais]

Federal do Amazonas (UFAM) oferece curso gratuito de especialização em lingüística

Friday, February 8th, 2008

O Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras (DLLE) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) oferece o curso gratuito de especialização em lingüística, com participação de professores da Ufam.

O curso abordará três troncos lingüísticos que têm grande importância nas origens das línguas atuais: a língua românica, germânica e a etnolinguística. Podem participar do curso alunos de qualquer habilitação em línguas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 22 de fevereiro, na secretaria do DLLE, localizada no setor norte do campus universitário, no Instituto de Ciências Humanas e Letras da Ufam, em Manaus. O curso tem início em 17 de março. Mais informações no síte da universidade.

Vagas para professores - Secretaria da Educação de SP abre inscrições para 12 mil vagas em concurso

Friday, February 8th, 2008

A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo abre nesta quinta-feira (7) inscrições ao concurso que vai selecionar 12 mil professores para ocupar cargos de coordenador.
Estes profissionais serão responsáveis, por exemplo, pelo planejamento de metas de desempenho e de elevação do nível de aprendizado dos alunos.

Para efetivar a participação no processo, o professor deve preencher até o dia 15, pela Internet, a pré-inscrição. Até dia 18, o candidato deve ir a uma das 91 Diretorias de Ensino efetivar a inscrição. Todos os professores, concursados ou temporários, podem se inscrever.

O salário de professor-coordenador de ciclo 1 é de R$ 1.773,71. Para ciclo 2 e ensino médio é de R$ 1975,55. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria, um professor na rede estadual ganha hoje, de início, R$ 1.036 para 24 horas semanais.

 

Prova

Além das datas de inscrições, publicadas no dia 11 no Diário Oficial do Estado, a Secretaria já definiu a data e horário para a prova de seleção: 1º de março, às 8h30. Os locais das avaliações serão divulgados pelas diretorias de ensino.

A prova terá 20 questões de múltipla escolha sobre propostas curriculares e metodologias das áreas. Cada questão valerá cinco décimos, e a classificação acontecerá a partir de cinco pontos, em uma escala de zero a dez.

Após a prova, os candidatos apresentarão projeto de trabalho (de 4 a 14 de março) e passarão por entrevista (17 a 20 de março). Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 24 de março.


Situação atual

Segundo a Secretaria, hoje existem 6.000 coordenadores — um por escola. Eles também poderão participar da seleção de 12 mil. A Secretaria levará em conta na avaliação a experiência já adquirida.

A seleção é necessária porque em 2007 foi criada nova função de professor-coordenador, com carga horária diferente (40 horas semanais) e bonificação específica (15%, mais incorporações).

Além disso, cada professor coordenador agora será responsável por um ciclo (1ª a 4ª séries do ensino Fundamental, 5ª a 8ª e ensino médio) e por no máximo 30 classes. A seleção dará prioridade para professores que já atuam na escola pretendida, passando para vizinhas se não houver interesse.

A bibliografia que servirá de base para a elaboração das questões estará disponível no site São Paulo Faz Escola.

[via UOL]