Archive for the ‘jornalismo’ Category
Thursday, September 25th, 2008
A editoria de Política é capaz de despertar inúmeras polêmicas e controvérsias. Afinal, todos os dias a mídia divulga notícias do Planalto, do Congresso e do Senado que afetam direta ou indiretamente a sociedade.
Franklin Martins explora de forma prazerosa o dia-a-dia de um jornalista político e conta como é a relação entre a imprensa e o poder em Brasília.
Este livro – essencial para estudantes e profissionais da área – mostra que é possível para o jornalista exercer sua profissão com responsabilidade e transmitir informação isenta e correta sem se comprometer com conflitos de interesse.
Introdução do livro - por Franklin Martins
Este livro foi escrito, principalmente, para os jovens repórteres e estudantes de comunicação que, de uma maneira ou de outra, se interessam pela cobertura política e pensam em atuar nela um dia. Das palestras para universitários e das conversas com repórteres iniciantes, saio sempre com a sensação de que, ao lado da enorme curiosidade sobre o dia-a-dia do jornalismo político, há também grande desconhecimento a respeito das dificuldades, dos obstáculos, dos estímulos e das gratificações que encontramos pela frente. Como já tenho um bom tempo de estrada e passei por quase todos os tipos de mídia, cheguei à conclusão de que minhas experiências e reflexões poderiam ajudar a turma mais nova a abrir seu próprio caminho.
Faz mais de quatro décadas que, ainda moleque, com quinze anos, comecei a trabalhar em jornal. De lá para cá, fiz de tudo um pouco. Cobri geral, internacional, agricultura e política – muita política. Mexi com jornal, agência de notícias, rádio, televisão e internet. Atuei na imprensa estudantil e sindical. Durante a ditadura, passei mais de dez anos escrevendo em jornais clandestinos e ajudando a publicá-los. Colaborei com a imprensa alternativa no período da redemocratização. Anistiado, trabalhei em jornais nanicos e, mais tarde, em jornalões. Fui foca, repórter, redator, correspondente internacional, editor, colunista – e chefe também. Mas gosto mesmo é de correr atrás de notícia e de
interpretar os fatos no momento em que eles estão ocorrendo.
Talvez seja pretensão, mas espero também que este livro possa contribuir de alguma forma para que o grande público entenda um pouco mais o trabalho dos jornalistas e tenha uma idéia mais clara sobre sua rotina, cacoetes, dúvidas, sonhos, angústias e alegrias. Por isso mesmo, evitei usar linguagens cifradas e dirigir-me apenas aos iniciados. Nós, jornalistas, exercemos uma profissão importante demais para nos comportarmos como integrantes de uma seita. Precisamos da vigilância e da crítica permanente da sociedade. Quanto mais conhecerem o nosso trabalho, melhor. Mais precisas serão as cobranças e mais razoáveis, as expectativas.
Sou muito grato a todos que me ajudaram a checar fatos, tirar dúvidas e esclarecer episódios mencionados neste livro. Agradeço especialmente a Christiana Lôbo, Eliane Cantanhede, Helena Chagas, João Domingos, Luiz Carlos Azedo, Tales Faria e Tereza Cruvinel, que não só tiveram a paciência de ler os originais, como fizeram críticas e sugestões extremamente valiosas. Como de praxe, registro que ninguém, além do próprio autor, é responsável pelo que aqui vai publicado.
Brasília, abril de 2005.
Para saber mais sobre o livro e adquiri-lo, acesse:
http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=295
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Monday, September 8th, 2008
Pronto. O sonho finalmente tem chances de virar realidade. O primeiro trabalho em uma redação. E agora? O que esperar? Como são os colegas? Chefe? Entrevistados? O que fazer? Como se portar? E, principalmente, como conseguir ser um bom repórter?
Em “Os segredos das redações“, o jornalista saberá como é o dia-a-dia do ofício que escolheu seguir. Visitará os bastidores de uma das profissões mais romantizadas do planeta.
Em um livro ousado, Leandro Fortes evita dizer como a profissão deveria ser. Ele conta como ela é. E isso inclui dizer que “há regras obscuras dentro das redações, muitas delas ditadas por chefes sem escrúpulos, puxa-sacos subservientes e sem caráter”. E ainda que “o jornalismo é uma profissão apaixonante, viciante e corajosa, cheia de boas conseqüências para a sociedade, mas repleta de alminhas pequenas abertas ao suborno e ao achaque”.
Obra imperdível para jornalistas e estudantes de comunicação.
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Monday, September 8th, 2008
Não é raro que o mesmo jornalista entreviste hoje um astro de rock, amanhã seja escalado para conversar com um político e no dia seguinte cobrir a coletiva de uma cientista renomada. E como conseguir boas matérias de personalidades tão diferentes? Como dominar tantas informações e torná-las inteligíveis ao leitor?
Este livro mostra as técnicas do jornalismo, da pauta ao texto. Ao embasamento teórico, a professora da UnB Thaïs de Mendonça Jorge agrega a experiência adquirida em alguns dos principais meios de comunicação do país. Assim, “Manual do foca: guia de sobrevivência para jornalistas” explica conceitos como notícia, lide e pirâmide, sempre recheando de exemplos.
Ainda trata, com especial atenção, da pauta, da reportagem, da apuração e da entrevista. Para quem ainda não está familiarizado com o jargão da área, o glossário certamente esclarece as principais dúvidas. Guia imperdível aos jornalistas, estejam eles nas redações ou nas salas de aula.
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Monday, September 8th, 2008
A segunda edição do MediaOn, Seminário internacional de jornalismo online, acontece entre os dias 9 e 11 de setembro na Sala Itaú Cultural, em São Paulo. Os temas centrais são a expansão das redes sociais na internet e as coberturas na web das campanhas eleitorais norte-americana e brasileira.
O evento, promovido em parceria com o Terra e que conta com o apoio da CNN e da BBC Brasil, traz alguns dos mais renomados jornalistas, produtores de conteúdo e executivos de mídia do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa, como Michael Rosenblum (EUA - NYT Television) e António Granado (Portugal - Universidade Nova de Lisboa).
As vagas já estão esgotadas, mas é possível assistir ao vivo à transmissão dos debates. Clique aqui para conferir a programação ou assista ao evento no site do Itaú Cultural.
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Thursday, May 15th, 2008
Estão abertas até 1º de julho próximo as inscrições para a segunda edição das Bolsas Avina de Pesquisa Jornalística para o Desenvolvimento Sustentável, projeto que tem como objetivo cooperar com os meios de comunicação e os profissionais da imprensa para a produção de pesquisa sobre temas relevantes na busca de modelos sustentáveis de desenvolvimento na América Latina.
Este ano foi acrescentada mais uma categoria às cinco já existentes: Arte e Sociedade, com o tema educação. Esta nova categoria é fruto de uma parceria da Fundação Avina com a Casa Daros, no Rio de Janeiro, braço na América Latina da importante coleção sediada em Zurique, Suíça, a Daros-Latinamerica. O objetivo é estimular a publicação de reportagens que incentivem a produção artística contemporânea na América Latina.
As Bolsas Avina de Pesquisa Jornalística para o Desenvolvimento Sustentável somam um total de 250 mil dólares, divididos em seis categorias temáticas. Além de “Arte e sociedade”, os outros temas são: “Mudança Climática”, “Transparência”, “Negócios inclusivos”, “Inclusão Social”, e “Integração da América Latina”. Os tetos para cada bolsa são de 6 mil dólares para TV, e 4 mil dólares para jornalistas ligados a jornais, revistas, internet, rádio e agências de notícias.
Inscrições
As inscrições devem ser feitas pelo site da Avina, www.Avina.net (ou diretamente no link http://www.avina.net/web/siteavina.nsf/page?open), até as 22h (10 p.m.), hora de Brasília (Brasil), da terça-feira 1º de julho de 2008. Um júri composto por pessoas reconhecidas na área de arte e educação escolherá as melhores propostas de trabalho, de acordo com as normas do regulamento no site da Avina. Os demais temas terão cada um, também dois jurados de comprovada excelência nas áreas específicas.
Os resultados serão divulgados durante o mês de setembro de 2008, na página web da Avina. Em novembro, será realizado o II Encontro Latino-americano de Bolsas Avina, em local a ser definido, que reunirá todos os contemplados com o objetivo de um intercâmbio de informação e experiências.
Poderão se inscrever repórteres, repórteres fotográficos, jornalistas “freelance”, editores, chefes de redação ou editores executivos. Em todos os casos, a proposta deve ter como foco geográfico a chamada América Latina.
O regulamento e demais informações importantes estão disponíveis no site da Avina (www.Avina.net).
Mais informações:
CW&A Comunicação
Claudia Noronha / Beatriz Caillaux / Marcos Noronha
21 2286.7926 e 21 3285.8687
claudia@cwea.com.br / beatriz@cwea.com.br / lido@cwea.com.br
Casa Daros
Célia Abend – Gerente de Comunicação
21 2275.0246
celia.abend@casadaros.net
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Thursday, April 3rd, 2008
A UFRN está realizando concurso público para professor em várias áreas do conhecimento. No âmbito do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, há vagas para Professor Adjunto nos seguintes departamentos (Edital 008/2008):
- Comunicação Social - Jornalismo
- Geografia - Geografia Humana
- Artes - Escultura, Modelagem e Cerâmica
- Letras - Língua Inglesa
Há ainda uma vaga na Comunicação Social que será anunciada em breve, em outro edital. Todas as informações (edital, resolução etc.) estão no site da Pró-reitoria de Recursos Humanos: www.prh.ufrn.br
O prazo para inscrição de candidatos vai até o dia 18 de abril de 2008.
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Thursday, April 3rd, 2008
A pergunta que não quer calar: “É possível transformar um texto comum numa escrita sedutora, gostosa de ler?”. Segundo as jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, é possível sim. Mas elas alertam que “escrever exige 10% de inspiração e 90% de transpiração”. Escrever é trabalho árduo. Textos são cortados, aumentados, transformados, virados pelo avesso, amassados, condensados. “O texto só brilha depois de muito apanhar”, explicam as autoras do Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo.
Dad e Arlete apontam os defeitos mais comuns e indicam como escapar das armadilhas da língua portuguesa. Muitos profissionais que usam a escrita no dia-a-dia lêem, relêem e reescrevem dissertações, reportagens, teses, petições e documentos. Essas mensagens precisam chegar às mãos dos chefes, colegas e clientes com correção, clareza e objetividade.
Como fazer isso? Sem problemas! Dad e Arlete dão um tiro de misericórdia nos problemas da escrita e mostram o caminho das pedras para que o leitor dê um pontapé inicial para produzir um excelente texto. “Ah, essas são expressões que caíram na boca do povo e se vulgarizaram”, comentam arrepiadas sobre clichês, como esses sublinhados na frase anterior. Essas e outras expressões estão no capítulo “Palavra perfeita”, no qual as autoras também apontam redundâncias e jargões corporativas.
O livro é um guia prático, apresentado como um roteiro de elementos lógicos, estilísticos e gramaticais. Ele ensina como passar a limpo, o momento de cortar, ajustar, mudar, adaptar, transformar, socar e chacoalhar o texto. Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo divide-se em três partes.
Na primeira delas o leitor encontrará os problemas mais comuns e as suas soluções. Entre os recursos de edição estão desde a substituição de locuções por apenas um termo até a organização dos parágrafos.
A segunda parte destaca a pontuação, importante ferramenta para tornar a frase objetiva e clara. Uma das dicas é deixá-la mais curta com o uso de pontos. Verbos e pronomes, dois temas cheios de manhas, também recebem especial atenção.
Por fim, vêm as tais “ciladas da língua” capazes de nocautear até renomados autores. Dad e Arlete explicam o caso da crase, por exemplo, “que não foi feita pra humilhar ninguém, mas responde por mil trapalhadas”. Ao final são sugeridos modelos editados segundo as técnicas apresentadas nos capítulos do livro.
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Monday, March 17th, 2008
Estão abertas as inscrições para o Prêmio José Reis de Divulgação Científica de 2008. Concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) desde 1978, o Prêmio é destinado àqueles que contribuam significativamente para tornar a ciência, a tecnologia, a pesquisa e a inovação conhecidas do grande público.
Neste ano, o prêmio será atribuído à categoria Jornalismo Científico , premiando o jornalista profissional que se destaque na difusão da ciência e tecnologia nos meios de comunicação de massa.
Os trabalhos inscritos serão julgados por uma comissão designada pelo presidente do CNPq composta por quatro membros de sua livre escolha e outros quatro indicados pelas entidades: Associação Brasileira de Divulgação Científica, Associação Brasileira de Editores Científicos, Associação Brasileira de Jornalismo Científico e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
O vencedor desta 28ª edição será agraciado com um diploma e premiação em dinheiro, no valor de R$ 10 mil . Além disso, irá participar da reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em julho, na cidade de Campinas (SP), onde acontecerá a entrega do Prêmio.
O Prêmio
A sua criação representou uma homenagem ao médico, pesquisador, jornalista e educador José Reis, falecido em 2002, aos 94 anos de idade. A diversidade dos vencedores ao longo de sua história - entre os quais veículos de comunicação, instituições de pesquisa, equipes de programas de televisão, além de pesquisadores e seus trabalhos individuais - comprova a importância do Prêmio José Reis em motivar a criação dos mais diferentes mecanismos de divulgação científica no Brasil.
As inscrições
Os profissionais interessados em se inscrever terão até o dia 16 de maio deste ano. Para participar deverão enviar, pelos Correios, o Currículo Lattes atualizado, uma cópia do registro de jornalista do MTb, uma justificativa em que evidencie sua significativa contribuição à divulgação científica, cópias dos trabalhos mais importantes e a ficha de inscrição preenchida para o endereço:
CNPq – Serviço de Prêmios
SEPN 507, Bloco B, Sala 203
Brasília – DF
CEP 70740-901
premios@cnpq.br
Confira o regulamento na íntegra.
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Monday, March 10th, 2008
No catálogo de jornalismo da Editora Contexto há uma série de livros sobre Jornalismo Especializado. Escritas por importantes profissionais do meio, as obras abordam as diferentes “modalidades” jornalísticas: Jornalismo Literário, de TV, de Rádio, Esportivo, Cultura, de Revista, Digital, Econômico, entre outras.
Abaixo uma pequena descrição sobre cada um deles. Para mais informações, basta clicar nas capas dos livros.
Jornalismo Literário
Felipe Pena
Alternativa às estruturas amarradas da redação, o Jornalismo Literário não é apenas um meio de exercitar a veia literária em textos jornalísticos. O conceito é muito mais amplo. Ao romper as correntes do lead, mas também potencializar os recursos do jornalismo, ultrapassar os limites dos acontecimentos cotidianos e proporcionar visões amplas da realidade,o gênero busca perenidade e profundidade aos relatos. Em um texto delicioso, bem ao gosto do tema retratado, Felipe Pena destaca alguns subgêneros em que se pode exercer o jornalismo literário, como crítica literária, biografia, romance-reportagem, e discute o limite entre ficção e realidade.
Jornalismo Político
Franklin Martins
A editoria de Política é capaz de despertar inúmeras polêmicas e controvérsias. Afinal, todos os dias a mídia divulga notícias do Planalto, do Congresso e do Senado que afetam direta ou indiretamente a sociedade. Franklin Martins explora de forma prazerosa o dia-a-dia de um jornalista político e conta como é a relação entre a imprensa e o poder em Brasília. Este livro – essencial para estudantes e profissionais da área – mostra que é possível para o jornalista exercer sua profissão com responsabilidade e transmitir informação isenta e correta sem se comprometer com conflitos de interesse.
Jornalismo Cultural
Daniel Piza
Embora muitas vezes relegado a segundo plano pelos veículos de comunicação – costuma ser uma das primeiras vítimas de cortes de pessoal e reduções de custos –, o jornalismo cultural continua entre os preferidos do público e ganha cada vez mais status entre os jovens que pretendem seguir a profissão de jornalista. Praticá-lo, no entanto, é muito mais do que emitir opiniões sobre filmes, livros, peças de teatro e novelas. É um exercício constante de aprimoramento e busca pela informação. Este livro descreve a fascinante trajetória do jornalismo cultural e dá orientações preciosas a quem se dispuser a produzi-lo.
Jornalismo Digital
Pollyana Ferrari
A internet despontou como um novo e fascinante campo de trabalho para jornalistas. Após a fase de deslumbramento, quando proliferaram projetos mirabolantes, é hora de colocar os pés no chão e perceber que a grande rede continua oferecendo vastas possibilidades para os profissionais da comunicação. Afinal, milhões de pessoas ao redor do mundo navegam à procura daquilo que o bom jornalismo é capaz de oferecer: informação. Ao unir orientações práticas com reflexões teóricas, este livro é uma valiosa ferramenta de aprimoramento para quem continua apostando na internet como um veículo de comunicação revolucionário e promissor.
Jornalismo de Rádio
Milton Jung
O rádio, esse “senhor” de mais de oitenta anos, soube como poucos assimilar as novas tecnologias, mantendo um público cativo e conquistando novos ouvintes, onde quer que eles estivessem. Da dona-de-casa ao alto executivo, diariamente milhões de pessoas sintonizam a emissora preferida em busca de notícias, informações ou mesmo de uma palavra amiga. Presente na internet, hoje é possível interagir com os apresentadores por e-mail ou telefone, aumentando a proximidade entre locutor e público. Neste livro, escrito para jornalistas e estudantes de Comunicação, Milton Jung, além de fornecer orientações práticas para quem pretende ingressar na área, expõe o dia-a-dia em uma grande emissora, e as “lendas” e histórias verídicas que circulam nos bastidores desse ágil, poderoso e essencial veículo de comunicação.
Jornalismo Internacional
João Batista Natali
Nenhuma editoria recebe um volume tão grande de informações quanto a Internacional. Milhares de notícias, partindo dos quatro cantos do planeta, são despejadas todos os dias sobre a mesa e nos terminais de computadores dos editores e redatores da área. Este livro mostra que, por um lado, se é verdade que o jornalista de Internacional tem pouco acesso direto às fontes que estão na origem dessa avalanche de informações; por outro, ele deve possuir uma qualificação adicional em relação à maioria dos colegas de redação: dominar profundamente no mínimo dois ou – de preferência – três idiomas, compreender as sutilezas e complexidades da política e da economia mundial. Afinal, sua matéria-prima é o próprio mundo, com todos os impasses, tensões, conflitos e articulações que, frutos da história, sempre estarão refletidos na pauta do dia-a-dia.
Jornalismo Esportivo
Paulo Vinicius Coelho
Quem decide ser jornalista esportivo? Considerada por muitos uma editoria pouco importante, o que atrai excelentes profissionais para esta área? Como fazer para desvencilhar-se da pecha de “palpiteiro” que muitas vezes vem colada ao exercício da profissão? Este livro apresenta as respostas pregando a necessidade de uma atuação mais profissional, baseada nos princípios consagrados do bom jornalismo – esforço, independência, imparcialidade e criatividade.
Jornalismo Econômico
Suely Caldas
É possível escrever sobre juros, câmbio, inflação, ações e tarifas sem cair na armadilha fácil do “economês”? Este livro prova que sim. Cabe ao jornalista traduzir para o leitor comum, em linguagem clara e acessível, o emaranhado aparentemente impenetrável de gráficos, números e índices do mercado. Esta é, também, uma área que permite ao bom repórter o exercício do melhor jornalismo investigativo. A autora derruba assim dois mitos equivocados sobre o tema. Primeiro, o de que as páginas de Economia são direcionadas apenas a circunspectos senhores de paletó e gravata. Segundo, a idéia de que elas têm que ser necessariamente escritas em linguagem burocrática, enfadonha e, muitas vezes, ininteligível.
Jornalismo Investigativo
Leandro Fortes
Qual o limite de uma apuração investigativa complexa envolvendo lavagem de dinheiro, políticos de alto escalão e até mesmo traficantes –, em que estão em jogo a ética e o risco de morte? Quais os métodos e as técnicas de investigação ao alcance do jornalista? Este livro mostra como a investigação deixou de ser um simples preceito para se transformar em uma área de especialização crescente. Traz à tona a realidade por trás do glamour do jornalismo investigativo e deixa claro que não basta reproduzir boletins policiais - grandes reportagens exigem talento, tempo, dinheiro, paciência e perseverança, e ainda podem ser arriscadas. Com texto agradável e envolvente, Leandro Fortes fornece orientações passo a passo para uma investigação e expõe os bastidores de reportagens investigativas emblemáticas. Leitura indispensável para estudantes e profissionais de comunicação.
Jornalismo de TV
Luciana Bistane e Luciane Bacellar
A televisão no Brasil tornou-se, em pouco mais de meio século, a principal fonte de informação e diversão de milhões de brasileiros. Daí a grande preocupação e os animados debates em torno do conteúdo e das mensagens veiculadas na telinha. Este livro, além de expor a rotina dos telejornais e da produção de notícias, mostra que é possível para o jornalista estabelecer a ética como limite e privilegiar a boa informação.Luciana Bistane e Luciane Bacellar mostram como profissionais e estudantes de Comunicação devem buscar soluções criativas e conquistar a credibilidade dos telespectadores desse fascinante veículo de comunicação.
Jornalismo de Revista
Marília Scalzo
Os leitores costumam manter uma relação quase passional com suas revistas favoritas. Não é à toa que gostem de andar com elas debaixo do braço, como se fossem uma espécie de emblema ou sinal de identificação. Muito do fascínio deste tipo de publicação vem justamente da capacidade que ele tem de construir fortes laços de empatia com seu público. Neste livro, Marília Scalzo desvenda os segredos do jornalismo de revista, discute as técnicas de construção de um texto mais arejado, específico ao gênero, e chama atenção para os elementos básicos da esmerada linguagem visual, tão característica do produto. Debate ainda a situação e os rumos do mercado de trabalho no setor, bem como convida o leitor para um passeio histórico ao mundo das revistas: das origens do gênero às tendências que se anunciam com as novas tecnologias.
Jornalismo Científico
Fabíola de Oliveira
Fornece um panorama histórico dessa que é uma das áreas mais polêmicas do jornalismo. Além disso, oferece um guia referencial de órgãos de pesquisa e divulgação no Brasil, fonte imprescindível para jornalistas e divulgadores científicos iniciantes. Jornalismo Científico é chave para quem pesquisa, trabalha ou mesmo reflete sobre a divulgação da Ciência, seu papel na sociedade e suas perspectivas, particularmente professores e estudantes de Comunicação.
Jornalismo Popular
Márcia Franz Amaral
Jornalismo, para ser popular, precisa ser sensacionalista? Subestimar o leitor tem sido a prática de muitos veículos da mídia, mas este livro mostra a possibilidade e a necessidade de jornais populares de qualidade. Em uma pesquisa cuidadosa que foge das respostas óbvias, a autora discute os principais veículos e esclarece o que se espera de um bom jornalista que atue no meio. Em ampla expansão tanto na imprensa quanto na mídia eletrônica essa área – com redações que publicam matérias exclusivas, dão furos e ganham prêmios – representa um mercado de trabalho expressivo tanto para profissionais experientes quanto para jovens repórteres.
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Saturday, March 8th, 2008
A Missão recebeu correspondência do “The Dag Hammarskjöld Scholarship Fund for Journalists” pela qual encaminha, para divulgação, programa de bolsa de estudos para o “2008 Fellowship Program”.
O programa oferece oportunidade para jornalistas de rádio, televisão, imprensa e jornalismo eletrônico, originários de países latino-americanos, dentre outros em desenvolvimento, com idade entre 25 e 35 anos. Os candidatos devem demonstrar interesse na divulgação de assuntos da área internacional e em temas relacionados às Nações Unidas.
A bolsa, a ser paga de meados de setembro ao final de novembro, cobrirá despesas de viagem e acomodação em Nova York, além de diárias. O candidado deve manter vínculo empregatício, em período integral, com veículo de comunicação do seu país.
As inscrições encerram-se em 25 de abril de 2008. Informações e formulários poderão ser obtidos pelo sítio: www.unjournalismfellowship.org.
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