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	<title>Blog da Editora Contexto</title>
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	<description>Promovendo a circulação do saber</description>
	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:03:53 +0000</pubDate>
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		<title>Concurso para professor-pesquisador</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 12:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editoracontexto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ O Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) torna público o processo de seleção de um professor com formação na área de Letras – Lingüística Aplicada – para atuar na Instituição a partir de março de 2009.
Critérios para inscrição
- Ter título de doutor na área de Lingüística Aplicada;
- possuir experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="EM BUSCA DO SENTIDO: estudos discursivos - José Luiz Fiorin" href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=427"><img style="border: 0pt none; margin: 0px 8px 0px 0px; display: inline;" title="José Luiz Fiorin - EM BUSCA DO SENTIDO: estudos discursivos" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/capaembuscadosentido-web.jpg" border="0" alt="CAPA-EM-BUSCA-DO-SENTIDO_WEB" width="149" height="212" align="left" /></a> O Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) torna público o processo de seleção de um professor com formação na área de Letras – Lingüística Aplicada – para atuar na Instituição a partir de março de 2009.</p>
<p><strong>Critérios para inscrição</strong></p>
<p>- Ter título de doutor na área de Lingüística Aplicada;<br />
- possuir experiência docente em nível superior;<br />
- ter experiência em pesquisa na área de Lingüística Aplicada;<br />
- apresentar produção significativa na área de atuação nos últimos 3 anos.</p>
<p><strong>Processo de seleção</strong></p>
<p>- Análise do Currículo Lattes;<br />
- apresentação e defesa do Projeto de Pesquisa, adequado à área de concentração e às linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Letras da UCPel;<br />
- entrevista.</p>
<p><strong>Documentação exigida (a ser entregue pessoalmente ou enviada por Correio)</strong></p>
<p>- Currículo Lattes;<br />
- CPF e Carteira de Identidade (cópias);<br />
- Diplomas universitários (graduação, mestrado e doutorado), certificados de cursos de especialização e aperfeiçoamento;<br />
- Documento comprobatório de experiência docente;<br />
- Cópia das publicações consideradas mais importantes dos últimos três anos;<br />
- Projeto de Pesquisa.</p>
<p><strong>Datas</strong></p>
<p>- Inscrição:</p>
<p>A inscrição pode ser feita de 02 a 06 de fevereiro de 2009, via Correio, através de Ficha de Inscrição (ver dados abaixo) a ser enviada junto com a documentação exigida, ou diretamente na secretaria do PPG em Letras/UCPel.</p>
<p>- Seleção:</p>
<p>A seleção dos candidatos ocorrerá de 16 a 20 de fevereiro de 2009 na UCPel.<br />
Os candidatos com inscrição homologada serão informados das datas e horários da apresentação e defesa do Projeto e da entrevista.</p>
<p><strong>Contato</strong></p>
<p>Universidade Católica de Pelotas<br />
Rua Félix da Cunha, 412 – CEP: 96010-000 - Pelotas (RS)<br />
Fone: (53) 2128-8242<br />
E-mail: <a href="mailto:poslet@ucpel.tche.br">poslet@ucpel.tche.br</a><br />
Website: http://antares.ucpel.tche.br/poslet/</p>
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		<title>XII SILEL - Simpósio Internacional de Letras e Linguística</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/xii-silel-simposio-internacional-de-letras-e-linguistica/</link>
		<comments>http://www.editoracontexto.com.br/blog/xii-silel-simposio-internacional-de-letras-e-linguistica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 17:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editoracontexto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ O Instituto de Letras e Lingüística da Universidade Federal de Uberlândia realizará, entre os dias 17 e 19 de novembro de 2009, no campus Santa Mônica, na cidade de Uberlândia – MG/Brasil, o XII SILEL - Simpósio Nacional de Letras e Lingüística / II Simpósio Internacional de Letras e Lingüística.
A proposta do evento é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="DICIONÁRIO DE LINGUAGEM E LINGUÍSTICA" href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=257"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="DICIONÁRIO DE LINGUAGEM E LINGUÍSTICA" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/dic-linguagem-gde.jpg" border="0" alt="DICIONÁRIO DE LINGUAGEM E LINGUÍSTICA" width="171" height="244" align="left" /></a> O Instituto de Letras e Lingüística da <strong>Universidade Federal de Uberlândia</strong> realizará, entre os dias 17 e 19 de novembro de 2009, no campus Santa Mônica, na cidade de Uberlândia – MG/Brasil, o <strong>XII SILEL - Simpósio Nacional de Letras e Lingüística / II Simpósio Internacional de Letras e Lingüística</strong>.</p>
<p>A proposta do evento é promover a reflexão em torno dos Estudos Lingüísticos e dos Estudos Literários, configurando-se como um espaço de discussão e circulação de idéias e trabalhos que fundamentam as principais linhas de pesquisa que compõem essas áreas.</p>
<p>Em sua última edição, o SILEL contou com <strong>2639 participantes de 26 estados brasileiros e de 10 países diferentes</strong>, o que determinou a qualidade e a amplitude dos debates realizados, posteriormente publicados em dois livros.</p>
<p>O evento reunirá conferências e mesas-redondas compostas por renomados pesquisadores do Brasil e do exterior; comunicações orais, que devem fazer circular trabalhos de professores e pós-graduandos; e painéis, que contemplarão, além de pesquisas realizadas por alunos de pós-graduação, as reflexões de pesquisadores iniciantes. A fim de alcançar maior integração e articulação entre os pesquisadores, as comunicações orais serão organizadas em Grupos Temáticos (GTs) coordenados por professores doutores vinculados a um programa de pós-graduação, de modo que os trabalhos apresentados, enfeixados sob um tema comum, proporcionem profícuos debates.</p>
<p>As inscrições e a submissão de trabalhos serão realizadas obedecendo ao seguinte calendário:<br />
De 02/03/2009 até 16/03/2009 – para coordenação de Grupo Temático;<br />
De 31/03/2009 até 18/05/2009 – para comunicação em Grupo Temático;<br />
De 30/04/2009 até 30/05/2009 – para apresentação em painéis.</p>
<p>Outras informações a respeito de valores, submissão de trabalhos, organização de Grupos Temáticos e formatação de originais podem ser encontradas no sítio do evento (<a href="http://www.ileel.ufu.br/silel2009">http://www.ileel.ufu.br/silel2009</a>) ou pelo email <a href="mailto:silel.ufu@gmail.com">silel.ufu@gmail.com</a>.</p>
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		<title>Vagas para Professor na UFRRJ e em universidade de Angola</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/vagas-para-professor-na-ufrrj-e-em-universidade-de-angola/</link>
		<comments>http://www.editoracontexto.com.br/blog/vagas-para-professor-na-ufrrj-e-em-universidade-de-angola/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 13:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editoracontexto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vagas para Professor Adjunto e Assistente - UFRRJ - Rural
Estão abertas as inscrições do concurso público para o preenchimento de 53 vagas para docentes de 3.º grau, a partir de 2009 para o campus de Seropédica. As inscrições vão de 3/12/2008 até 2/1/2009.
Para informações e edital completo, acesse www.ufrrj.br/concursos.
########
Vagas para Professor universitário em Angola
O Diretor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Vagas para Professor Adjunto e Assistente - UFRRJ - Rural</span></strong></p>
<p>Estão abertas as inscrições do concurso público para o preenchimento de 53 vagas para docentes de 3.º grau, a partir de 2009 para o campus de Seropédica. <strong>As inscrições vão de 3/12/2008 até 2/1/2009</strong>.</p>
<p>Para informações e edital completo, acesse <a href="http://www.ufrrj.br/concursos">www.ufrrj.br/concursos</a>.</p>
<p>########</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Vagas para Professor universitário em Angola</span></strong></p>
<p>O Diretor da Faculdade de Letras e Ciências Sociais da <a href="http://www.uan-angola.org/" target="_blank">Universidade Agostinho Neto</a>, Dr. Manoel Ndonga, informa que está contratando 7 mestres, doutorandos e doutores brasileiros das seguintes disciplinas: Lingüística, Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Ciência Política, Gestão, Comunicação Social, História e Ciências de Documentação para trabalho temporário em Luanda.</p>
<p><strong>Sobre atividade/contratação:</strong><br />
Local de trabalho: Universidade Agostinho Neto, Faculdade de Letras e Ciências Sociais, cidade de Luanda</p>
<p>Função: lecionar nos cursos de graduação, orientar monografias. Serão 12 horas/aula/semana.</p>
<p>Tempo de atividade contrato de 6 meses, renovável para um ano</p>
<p>Valor da proposta: dependentemente do grau académico (Dr. 2500 Usd; Mestre 2000 Usd). Ainda mais, quem quiser lecionar aulas noturnas, estas são pagas a parte (Dr. 50 Usd/hora; Mestre 45 Usd/h)</p>
<p>Moradia: garantida nos 2 primeiros meses</p>
<p>Transporte: garantido da Faculdade para os polos de ensino</p>
<p>Previsão da viagem do Brasil para Luanda: 01 de março de 2009.</p>
<p>Previsão do início das atividades na Faculdade: 15 de março de 2009</p>
<p>Eles oferecem ainda as passagens aéreas e seguro de saúde.</p>
<p>Os  interessados devem enviar seus currículos para o email: <a href="mailto:luandaebrasil@gmail.com">luandaebrasil@gmail.com</a>.</p>
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		<title>UFF sedia congressos nacional e internacional de Fonética e Fonologia</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/uff-sedia-congressos-nacional-e-internacional-de-fonetica-e-fonologia/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 11:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editoracontexto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ A Sociedade Brasileira de Fonética (SBF) promoverá, de 24 a 26 de novembro, o 10º Congresso Nacional de Fonética e Fonologia e o 4º Congresso Internacional de Fonética e Fonologia na UFF, com o apoio da Assessoria para Assuntos Internacionais da universidade e por meio do convênio de intercâmbio entre a UFF e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=89"><img style="display: inline; margin: 0px 6px 0px 0px" src="http://editoracontexto.com.br/files/livro/FONETICA E FONOLOGIA_WEB.jpg" alt="" width="167" height="240" align="left" /></a> A <strong>Sociedade Brasileira de Fonética</strong> (SBF) promoverá, de 24 a 26 de novembro, o <strong>10º Congresso Nacional de Fonética e Fonologia</strong> e o <strong>4º Congresso Internacional de Fonética e Fonologia na UFF</strong>, com o apoio da Assessoria para Assuntos Internacionais da universidade e por meio do convênio de intercâmbio entre a UFF e a Universidade de Strasbourg, França. O prazo de inscrição vai até 15 de outubro.</p>
<p>Na programação estão previstas conferências plenárias, mesas-redondas, comunicações coordenadas, comunicações individuais, workshops, pôsteres, minicursos e lançamentos e exposição de livros e teses.</p>
<p>Os objetivos dos eventos são promover o encontro entre colegas da área, do Brasil e do exterior, para troca de experiências, material didático e bibliográfico; divulgar os resultados das pesquisas da área que professores e alunos da pós- graduação das universidades brasileiras vêm realizando em todo o país; apresentar aos pesquisadores brasileiros e alunos de nossas universidades resultados de trabalhos realizados em universidades estrangeiras; contatar professores e pesquisadores nacionais que eventualmente se mantêm isolados dos grupos de pesquisa da área, como os da Sociedade Brasileira de Fonética e o GT de Fonética e Fonologia da Anpoll; e conscientizar professores e estudantes universitários e professores do ensino médio da importância e necessidade dos estudos fonético-fonológicos para o ensino das línguas, materna e estrangeira, para o tratamento da voz patológica e o desenvolvimento do tratamento da voz humana nos diversos campos de seu uso na tecnologia moderna.</p>
<p>As atividades estão voltadas para professores e alunos das áreas de letras e lingüística das universidades nacionais e estrangeiras, assim como profissionais de outras áreas que se interessam pelo estudo fonético-fonológico, dentre eles, fonoaudiólogos, médicos otorrinolaringologistas, engenheiros eletricistas e eletrônicos, psicólogos e professores de canto e dicção e professores do 1º e 2º graus. Foram convidados professores estrangeiros de universidades com as quais a UFF mantém convênio de cooperação internacional.</p>
<p>Os congressos, que são presididos pela professora Mirian da Matta Machado, do Laboratório de Fonética Experimental do Instituto de Letras da UFF, serão realizados no Instituto de Letras, Campus do Gragoatá, Bloco C, São Domingos, Niterói.</p>
<p>Outras informações e inscrições pelos telefones (21) 2522-8881, 2629-2596 e 2629-2598 ou pelo site <a href="http://www.hzen.com.br/client/10congresso">www.hzen.com.br/client/10congresso</a>.</p>
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		<title>Dom Helder Camara: o profeta da paz</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/dom-helder-camara-o-profeta-da-paz/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 13:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editoracontexto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ O ano de 2009 marca o centenário de nascimento de dom Helder Camara, talvez a figura mais brilhante e polêmica que a Igreja brasileira já produziu.
Quem foi dom Helder Camara? Líder político nato, como acham alguns, mensageiro da paz, como dizem outros? Figura carismática e controversa, autor da célebre frase “Se eu dou comida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=430"><img style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 5px 5px 0px; border-right-width: 0px" title="CAPA DOM HELDER CAMARA_EMAIL" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/11/capadomheldercamara-email.jpg" border="0" alt="CAPA DOM HELDER CAMARA_EMAIL" width="167" height="240" align="left" /></a> O ano de 2009 marca o centenário de nascimento de dom Helder Camara, talvez a figura mais brilhante e polêmica que a Igreja brasileira já produziu.</p>
<p>Quem foi dom Helder Camara? Líder político nato, como acham alguns, mensageiro da paz, como dizem outros? Figura carismática e controversa, autor da célebre frase “<em>Se eu dou comida a um pobre, me chamam de santo, mas se eu pergunto por que ele é pobre, me chamam de comunista</em>”, o arcebispo foi perseguido pelo regime militar após o golpe de 1964 por sua intransigente defesa de presos políticos. Foi nesse período que teve a candidatura ao prêmio Nobel da Paz inviabilizada e quando notícias a seu respeito foram proibidas na imprensa. Além disso, sua pregação libertária resultou em choques de filosofia com o Vaticano. Contudo, hoje é candidato a santo da mesma Igreja.</p>
<p>Nascido em Fortaleza, em 1909, numa família influente, Helder Pessoa Camara ordenou-se sacerdote em 1931. Após abandonar a vinculação ao integralismo, foi o reestruturador do movimento Ação Católica Brasileira e articulador da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que ajudou a fundar em 1952, ano em que se sagrou bispo. Em 1959, fundou o Banco da Previdência, cuja atuação desenvolveu-se especificamente na faixa da miséria.</p>
<p>Fruto de intensas pesquisas, numerosas entrevistas e análise objetiva de uma documentação farta e inédita, <strong>Dom Helder Camara: o profeta da paz</strong> é um livro denso e revelador.</p>
<p>Considerando os aspectos heróicos e as vicissitudes humanas de uma personalidade que se tornou referência mundial, a obra também contribui com o estabelecimento de alguns aspectos da relação entre a Igreja Católica e o regime autoritário pós-1964, revelando ao leitor informações conhecidas somente nas cúpulas do Estado e da Igreja.</p>
<p>Para adquirir o livro, clique:<br />
<a title="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=430" href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=430">http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=430</a></p>
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		<title>Irê Ayó: Educação das Relações Étnico-Raciais</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/ire-ayo-educacao-das-relacoes-etnico-raciais/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 16:53:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ O Instituto Anísio Teixeira-IAT/ SEC, através do Grupo de Projetos Especiais, em uma parceria com a Secretaria de Cultura/ SECULT promove, entre os dias 24 de novembro e 5 de dezembro, o curso Irê Ayó: Educação das Relações Étnico-Raciais.
Serão 160 vagas para todo o Estado, com uma carga horária total de 120 horas. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=388" target="_blank"><img style="display: inline; margin: 0px 8px 0px 0px" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/historia-cultura-afro-brasileira.jpg" alt="" align="left" /></a> O Instituto Anísio Teixeira-IAT/ SEC, através do Grupo de Projetos Especiais, em uma parceria com a Secretaria de Cultura/ SECULT promove, entre os dias 24 de novembro e 5 de dezembro, o curso <strong>Irê Ayó: Educação das Relações Étnico-Raciais</strong>.</p>
<p>Serão 160 vagas para todo o Estado, com uma carga horária total de 120 horas. As inscrições poderão ser feitas no site <a href="http://www.sec.ba.gov.br/iat/">http://www.sec.ba.gov.br/iat/</a>, a partir do dia 28 de outubro até 6 de novembro, e só podem participar professores graduados, pertencentes à Rede Estadual de Ensino em efetiva regência de classe.</p>
<p>O curso presencial de 120 horas/aula, que acontece no hotel Vila Velha, em Salvador, contribuirá para a formação de educadores, para a implementação da lei 11.645/08 que obriga o ensino da História da África, dos povos indígenas e das culturas Afro-brasileira e dos índios do Brasil.</p>
<p>O objetivo é o de estimular a valorização da produção do conhecimento e das manifestações das matrizes culturais indígenas e africanas, que funcionam como princípios para a construção de identidades, auto-estima e convivência solidária no lugar, ou que de alguma forma se encontra presente na memória coletiva das comunidades.</p>
<p>Uma das finalidades do curso é a ressignificação da história, da memória ancestral e da civilização africana na contemporaneidade, compreendendo a arte de um conjunto de relações, além de estimular a valorização da consciência histórica e a auto-estima.</p>
<p>A seleção será feita por ordem de inscrição, e no ato da inscrição o candidato deve enviar uma carta de uma lauda para o <a href="mailto:cursoireayo@gmail.com">cursoireayo@gmail.com</a> explicando porque esse curso é importante para a sua formação e como o mesmo repercutirá em seu fazer na comunidade.</p>
<p>Atenção: a lista de selecionados será divulgada no dia 18 de novembro.</p>
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		<title>História da humanidade contada pelos vírus - Stefan Cunha Ujvari</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/historia-da-humanidade-contada-pelos-virus-stefan-cunha-ujvari/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 18:37:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ “O século do genoma”. Talvez assim venha a ser conhecido no futuro o século XXI. Direta ou indiretamente, o estudo do dna está a nossa volta. Até programas populares de tv utilizam-se dele para alavancar sua audiência&#8230;
Este livro aborda os avanços no entendimento do dna ou rna dos microrganismos causadores de doença ao homem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=425"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 5px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="CAPA HISTORIA DA HUMANIDADE_WEB" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/10/capahistoriadahumanidade-web.jpg" border="0" alt="CAPA HISTORIA DA HUMANIDADE_WEB" width="171" height="244" align="left" /></a> “O século do genoma”. Talvez assim venha a ser conhecido no futuro o século XXI. Direta ou indiretamente, o estudo do dna está a nossa volta. Até programas populares de tv utilizam-se dele para alavancar sua audiência&#8230;</p>
<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=425">Este livro</a> aborda os avanços no entendimento do dna ou rna dos microrganismos causadores de doença ao homem. Essa nova ciência alia-se à Arqueologia para esclarecer parte da história da humanidade. Mais ainda, a obra revela como vírus e bactérias têm sido protagonistas centrais, não meros coadjuvantes, do processo histórico. Capazes mesmo de “narrar” a História.</p>
<p>Os cientistas já são capazes de resgatar vírus que infectaram animais ancestrais e que contribuíram para o surgimento dos animais placentários, inclusive o próprio homem. Nosso dna contém suas pegadas. Identificamos as infecções que acometeram desde hominíneos ancestrais até o homem moderno, desde nossa separação dos macacos até as doenças adquiridas na África, inclusive a tuberculose – companheira eterna do homem.</p>
<p>Os microrganismos mostram a trajetória seguida pelo homem desde nossa saída do solo africano. Acusam também quais hominíneos o homem moderno pode ter encontrado pelo planeta (afinal, convivemos com o <em>Homo erectus</em>?). Revelam ainda nossa provável rota de entrada na América, a época em que iniciamos o uso de roupas etc. Sítios arqueológicos mostram, agora, a presença de dna ou rna de microrganismos e revelam parte do caos instaurado por esses agentes microscópicos.</p>
<p>O material genético dos microrganismos escondia parte da história da migração de animais, bem como a humana. Agora, começa a mostrar a globalização antiga e contínua dos germes, revela a história geográfica do planeta e a origem de muitas doenças humanas. Por meio do dna e rna desses germes podemos saber quando e como as epidemias atuais (como a dengue, tuberculose, aids, “gripe do frango”, ebola, hepatite etc.) iniciaram-se de maneira lenta e silenciosa anos e décadas atrás e de que forma elas condicionaram a existência humana, dizimando populações, estimulando conflitos, infectando combatentes, promovendo êxodos, propiciando miscigenação, fortalecendo ou enfraquecendo povos.</p>
<p>Um livro que traz a genética definitivamente para a área de ciências do homem. E que mostra que nunca mais se poderá fazer História como se fazia antes.</p>
<p><em>O editor</em></p>
<p>* * *</p>
<p><em>Nota do autor</em></p>
<p>Um último comentário antes de seguirmos os passos dos microorganismos. O objetivo principal deste livro é documentar como o estudo genético revela a origem e história das doenças infecciosas. Escrevi da maneira mais simples possível para que a leitura fosse agradável, e não cansativa. O termo “material genético”, usado na comparação de agentes infecciosos, refere-se a algum fragmento de dna ou rna contido no microrganismo em questão que pode ser usado para a comparação. Da mesma forma que ao relatar que o dna ou rna de um determinado agente se assemelha a outro, quero explicar que são fragmentos que foram comparados. A mensagem transmitida permanece a mesma e maiores detalhes são encontrados nas notas. Utilizo o termo <em>hominíneo</em> para me referir aos ancestrais diretos do homem moderno já extintos, que surgiram do animal ancestral comum ao homem e chipanzé e que adquiriram a posição ereta e bipedalismo. Outras denominações já foram usadas no passado, mas esse é o termo preferido atualmente.</p>
<p>(Apresentação da obra <em>História da humanidade contada pelos vírus</em>)</p>
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		<title>Dicionário de semiótica - A. J. Greimas e J. Courtés</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 18:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editoracontexto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[“Um dicionário deve ser um ser vivo, uma súmula de vida, mais um objeto de aprendizagem que um objeto de luxo.”
José Lins do Rego. Poesia e vida: um dicionário.
 Depois de muitos anos fora do mercado, vem à luz, agora pela Editora Contexto, uma nova edição do livro Dicionário de semiótica, de Algirdas Julien Greimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“Um dicionário deve ser um ser vivo, uma súmula de vida, mais um objeto de aprendizagem que um objeto de luxo.”</p></blockquote>
<p align="right">José Lins do Rego. <em>Poesia e vida</em>: <em>um dicionário</em>.</p>
<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=424"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 5px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="CAPA DICIONARIO DE SEMIOTICA_WEB" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/10/capadicionariodesemiotica-web.jpg" border="0" alt="CAPA DICIONARIO DE SEMIOTICA_WEB" width="171" height="244" align="left" /></a> Depois de muitos anos fora do mercado, vem à luz, agora pela <a href="http://editoracontexto.com.br/" target="_blank">Editora Contexto</a>, uma nova edição do livro <em><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=424" target="_blank">Dicionário de semiótica</a></em>, de Algirdas Julien Greimas e Joseph Courtés. Este dicionário não é como os outros dicionários de linguística. No seu título em francês, há um termo que indica isso: <em>raisonné</em>. Essa palavra corresponde, em português, ao adjetivo <em>razoado</em>, que é um vocábulo desconhecido e desusado e, por isso, não foi utilizado no título da edição brasileira.</p>
<p>Evidentemente, um dicionário <em>raisonné</em> tem como referência a célebre <em>Enciclopédia ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers</em>, publicada de 1751 a 1772, sob a direção de Diderot e D’Alembert. Essa obra pretendia-se uma síntese de todos os conhecimentos produzidos até então e, ao mesmo tempo, uma reflexão sobre eles. Um dicionário razoado da ciência da linguagem, assim como de qualquer outro domínio do conhecimento, não é como os outros, pois não é uma lista heterogênea de entradas, recenseando todos os termos criados e utilizados pela ciência da linguagem ao longo da História, cada um remetendo a uma vizinhança conceptual diferente e a fundamentos teóricos divergentes. Um dicionário razoado não é eclético. Ao contrário, ele faz uma reflexão sobre os conceitos, inscreve-os no contexto teórico próprio, examina sua comparabilidade com outros e analisa a possibilidade de uma homologação entre eles. Ele tem uma direção teórica. Seu objetivo não é apresentar todo o conhecimento adquirido, mas enunciar problemas e circunscrever um campo de saber e de investigação. Faz uma síntese interpretativa do conhecimento em função da teoria que esposa.</p>
<p>O <em>Dicionário de semiótica</em>, de Greimas e Courtés, é um esforço de balanço do estabelecimento da semiótica como campo do conhecimento. Saussure já propusera a elaboração de uma teoria geral do signo, que seria chamada <em>semiologia.</em> É, no entanto, Greimas quem lidera o projeto coletivo que transforma em realidade o desiderato saussuriano, não mais concebido como teoria geral dos signos, mas como teoria geral da significação, que se debruça sobre os textos, considerados como manifestação, que se apresenta em qualquer substância da expressão (verbal, pictórica, gestual, etc.), de um discurso. Neste dicionário, estão, sob a forma de verbetes, todos os conceitos maiores da teoria semiótica, os princípios gerais que constituem sua base, os elementos que formam sua substância. Ao mesmo tempo, aparecem conceitos de outras origens teóricas, mas sempre pensados a partir das possibilidades de comparação e de homologação com as noções da semiótica. Essa obra é um inventário dos termos utilizados pela semiótica no momento em que ela foi redigida. Por isso, disse-se acima que se trata de um balanço. No entanto, cabe lembrar, como mostrava Barthes ao estudar as pranchas da <em>Enciclopédia</em>, que um inventário “não é uma idéia neutra, recensear não é somente constatar, como parece à primeira vista, mas é também apropriar-se”. A apropriação é uma forma de “fragmentar o mundo, dividi-lo em objetos finitos, submetidos ao homem na proporção mesma de sua descontinuidade, porque não se pode separar sem nomear e classificar” (Barthes, Roland. <em>Nouveaux essais critiques</em>. Paris, Seuil, 1972; <em>Novos ensaios críticos</em>. São Paulo: Cultrix, 1974, p. 27-41). Com efeito, há um ponto de vista teórico a presidir à seleção dos termos e à elaboração dos verbetes, que contém sempre uma síntese interpretativa do conceito em questão.</p>
<p>Uma teoria pode ser apresentada de modo contínuo, como uma exposição, ou de maneira descontínua, como um dicionário. A primeira é a forma habitual de expor uma doutrina. No entanto, como lembram Greimas e Courtés, isso exige que todos os seus pontos tenham o mesmo nível de elaboração teórica. Já a apresentação descontínua permite pôr lado a lado segmentos metalinguísticos cujo grau de elaboração e de formulação é muito desigual. Evidentemente, ela tem o grave inconveniente de que o corpo dos conceitos é exposto de maneira dispersa, porque eles são organizados alfabeticamente. Para evitar isso, o dicionário apresenta um duplo sistema de remissões: a) a termos colocados no final do verbete; b) a vocábulos marcados com asterisco. Assim, o dicionário permite três percursos de leitura: 1) a leitura alfabética, que é utilizada para consultar o significado de um termo em semiótica ou a maneira como ela vê uma noção de outra teoria; 2) a leitura do verbete e daqueles que têm como entrada os termos indicados ao final, que formam um conjunto de imbricações conceituais e são, assim, verdadeiros artigos (por exemplo: enunciação: ato de linguagem, debreagem, competência, intencionalidade, enunciado); 3) a leitura do verbete e daqueles que se referem a vocábulos indicados com asterisco, que permite situar o termo no interior de um componente da teoria, dando a ele um lugar epistemológico. Essas leituras cruzadas constituem caminhos ou rotas de viagem, que remetem à ordem enciclopédica, à organização razoada. São caminhos sugeridos. São indicações de passeios. Cabe ao leitor percorrer o dicionário como quiser, porque ele autoriza numerosos percursos. É um verdadeiro hipertexto.</p>
<p>Além disso, a apresentação da teoria em ordem alfabética, que admite, com mais facilidade, exclusões, alterações, acréscimos, indica, como dizem Greimas e Courtés, uma ideologia do saber. Um projeto científico, para eles, só têm sentido se for um objeto de busca coletiva. Por outro lado, deixa-se claro que a ciência não está nunca acabada, que ela não apresenta jamais formulações definitivas, que ela não é feita de certezas, mas que comporta determinadas permanências de objetivos.</p>
<p>Um dicionário, diz José Lins do Rego, é um ser vivo. Um dicionário científico, como todo e qualquer discurso, deixa ver seu direito e seu avesso: o que afirma e o que recusa. Assim, estão presentes na obra de Greimas e Courtés as grandes polêmicas científicas do século xx. Dele podemos extrair mil histórias (afinal, a narratividade é um dos componentes do percurso gerativo de sentido de todo e qualquer texto): as da criação de um campo do saber, com seus impasses, suas conquistas, suas derrotas; as da sua filiação teórica; as das exclusões e as das recuperações; as da constituição de um espaço discursivo e de um campo discursivo&#8230; Estão aí os gestos teóricos primeiros, com suas delimitações e cortes bem precisos, mas, ao mesmo tempo, subjaz a ele o desejo da totalidade. Este dicionário é uma história da semiótica da época em que foi escrito (estão de fora desenvolvimentos posteriores como a semiótica tensiva, a semiótica das paixões, a problemática da presença, etc.), mas é, ao mesmo tempo, um instrumento ainda não superado de compreensão das aquisições da semiótica e também de apresentação de possibilidades e perspectivas de trabalho. Portanto, ele está, ao mesmo tempo, voltado para o passado e orientado para o futuro. É um mapa que nos permite navegar pelo universo da significação, perdendo-nos, encontrando-nos, desconstruindo, reconstruindo, hesitando, duvidando, tendo certezas, provisórias é verdade, mas certezas. Este dicionário não fecha, abre rotas, sendeiros, caminhos&#8230; Ele desafia a imaginação dos pesquisadores, incita-os ao trabalho acadêmico. Pelo seu rigor, é exigente; pela amplitude de horizontes, é instigante. Ele não fala só ao pensamento; ele propõe-se, principalmente, a despertar a paixão do conhecimento rigoroso, mas elegante.</p>
<p>É preciso demorar-se sobre ele, com a paciência do conceito, é necessário saboreá-lo para não dizer inverdades e difundir preconceitos sobre a semiótica. Ela não é uma fôrma em que se enfiam todos os textos. Só quem não sabe semiótica é capaz de dizer isso ou apresentar análises escolares que dão a entender isso. Ela não recusa a História, mas, segundo lição de Hjelmslev, recupera-a a partir de um princípio de imanência. A semiótica, com seu modelo teórico, que leva em conta acima de tudo a previsibilidade, é uma ciência absolutamente necessária em nossa época, em que novos objetos textuais, nos quais os sentidos se manifestam por meios de diferentes planos de expressão, ganham um relevo muito grande por causa da rede mundial de computadores. Afinal, ao se pretender uma teoria geral da significação, ela levava em conta todos os tipos de texto, entre os quais, os sincréticos. É para a aventura do conhecimento de nosso mundo, com suas novas maneiras de textualizar, que este dicionário nos convida, nos desafia, nos aparelha.</p>
<p>São Paulo, inverno de 2008.<br />
<em>José Luiz Fiorin</em></p>
<p>(prafácio do livro Dicionário de semiótica)</p>
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		<title>Jornalismo pol&#237;tico - Franklin Martins</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 14:03:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ A editoria de Política é capaz de despertar inúmeras polêmicas e controvérsias. Afinal, todos os dias a mídia divulga notícias do Planalto, do Congresso e do Senado que afetam direta ou indiretamente a sociedade.
Franklin Martins explora de forma prazerosa o dia-a-dia de um jornalista político e conta como é a relação entre a imprensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=295" target="_blank"><img title="JORNALISMO-POLITICO" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-right-width: 0px" height="240" alt="JORNALISMO-POLITICO" src="http://www.editoracontexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/jornalismopolitico.jpg" width="167" align="left" border="0" /></a> A editoria de Política é capaz de despertar inúmeras polêmicas e controvérsias. Afinal, todos os dias a mídia divulga notícias do Planalto, do Congresso e do Senado que afetam direta ou indiretamente a sociedade.</p>
<p>Franklin Martins explora de forma prazerosa o dia-a-dia de um jornalista político e conta como é a relação entre a imprensa e o poder em Brasília.</p>
<p>Este livro – essencial para estudantes e profissionais da área – mostra que é possível para o jornalista exercer sua profissão com responsabilidade e transmitir informação isenta e correta sem se comprometer com conflitos de interesse.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Introdução do livro - por Franklin Martins</strong></p>
<blockquote><p>Este livro foi escrito, principalmente, para os jovens repórteres e estudantes de comunicação que, de uma maneira ou de outra, se interessam pela cobertura política e pensam em atuar nela um dia. Das palestras para universitários e das conversas com repórteres iniciantes, saio sempre com a sensação de que, ao lado da enorme curiosidade sobre o dia-a-dia do jornalismo político, há também grande desconhecimento a respeito das dificuldades, dos obstáculos, dos estímulos e das gratificações que encontramos pela frente. Como já tenho um bom tempo de estrada e passei por quase todos os tipos de mídia, cheguei à conclusão de que minhas experiências e reflexões poderiam ajudar a turma mais nova a abrir seu próprio caminho.</p>
<p>Faz mais de quatro décadas que, ainda moleque, com quinze anos, comecei a trabalhar em jornal. De lá para cá, fiz de tudo um pouco. Cobri geral, internacional, agricultura e política – muita política. Mexi com jornal, agência de notícias, rádio, televisão e internet. Atuei na imprensa estudantil e sindical. Durante a ditadura, passei mais de dez anos escrevendo em jornais clandestinos e ajudando a publicá-los. Colaborei com a imprensa alternativa no período da redemocratização. Anistiado, trabalhei em jornais nanicos e, mais tarde, em jornalões. Fui foca, repórter, redator, correspondente internacional, editor, colunista – e chefe também. Mas gosto mesmo é de correr atrás de notícia e de     <br />interpretar os fatos no momento em que eles estão ocorrendo.</p>
<p>Talvez seja pretensão, mas espero também que este livro possa contribuir de alguma forma para que o grande público entenda um pouco mais o trabalho dos jornalistas e tenha uma idéia mais clara sobre sua rotina, cacoetes, dúvidas, sonhos, angústias e alegrias. Por isso mesmo, evitei usar linguagens cifradas e dirigir-me apenas aos iniciados. Nós, jornalistas, exercemos uma profissão importante demais para nos comportarmos como integrantes de uma seita. Precisamos da vigilância e da crítica permanente da sociedade. Quanto mais conhecerem o nosso trabalho, melhor. Mais precisas serão as cobranças e mais razoáveis, as expectativas.</p>
<p>Sou muito grato a todos que me ajudaram a checar fatos, tirar dúvidas e esclarecer episódios mencionados neste livro. Agradeço especialmente a Christiana Lôbo, Eliane Cantanhede, Helena Chagas, João Domingos, Luiz Carlos Azedo, Tales Faria e Tereza Cruvinel, que não só tiveram a paciência de ler os originais, como fizeram críticas e sugestões extremamente valiosas. Como de praxe, registro que ninguém, além do próprio autor, é responsável pelo que aqui vai publicado.</p>
<p>Brasília, abril de 2005.</p>
</blockquote>
<p>Para saber mais sobre o livro e adquiri-lo, acesse:   <br /><a title="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=295" href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=295">http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=295</a></p>
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		<title>V SIGET - Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais</title>
		<link>http://www.editoracontexto.com.br/blog/v-siget-simposio-internacional-de-estudos-de-generos-textuais/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 12:58:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Está no ar a página do V SIGET - Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, que se realizará na Universidade de Caxias do Sul no período de 11 a 14 de agosto de 2009, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.
O evento congrega pesquisadores, professores e profissionais envolvidos no estudo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=237" target="_blank"><img style="display: inline; margin: 0px 8px 0px 0px" src="http://editoracontexto.com.br/files/livro/_thumb_estilotexto_g189.jpg" alt="" align="left" /></a> Está no ar a página do <strong>V SIGET - Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais</strong>, que se realizará na Universidade de Caxias do Sul no período de 11 a 14 de agosto de 2009, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.</p>
<p>O evento congrega pesquisadores, professores e profissionais envolvidos no estudo dos gêneros textuais.</p>
<p>Devido ao caráter interdisciplinar do objeto de estudo (gêneros textuais), o evento tem interessado pesquisadores de diversos ramos da lingüística teórica e aplicada (analistas de discurso, estudiosos do texto, da conversação, da enunciação, formadores de professores), bem como profissionais e pesquisadores de outros campos (pedagogia, psicologia, sociologia, comunicação, terminologia, tradução, etc.).</p>
<p><strong>Temas</strong></p>
<p>Gêneros textuais: perspectivas epistemológicas e metodológicas<br />
Gêneros textuais e ensino de línguas<br />
Gêneros textuais e formação de professores<br />
Gêneros textuais e instâncias profissionais<br />
Gêneros textuais e letramento<br />
Gêneros textuais e mídia</p>
<p>Os resumos para comunicações estarão sendo aceitos de 15 de julho a 15 de outubro de 2008.</p>
<p>Para mais informações, acesse:<br />
<a href="http://www.ucs.br/ucs/vsiget">www.ucs.br/ucs/vsiget</a></p>
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