O que define algo como “kafkiano”?

Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal“. Assim começa “O Processo”, um dos romances mais conhecidos de Franz Kafka.

K, o protagonista, é preso do nada e passa por um processo desconcertante, no qual nem a causa de sua prisão, nem a natureza dos processos judiciais estão claros para ele. Este tipo de situação é considerada tão característica da obra de Kafka que os estudiosos até criaram uma nova palavra para ela.

Kafkiano entrou no vernáculo para descrever experiências desnecessariamente complicada e frustrantes, como ser forçado a adentrar nos infinitos labirintos da burocracia.

Mas será que o ato de ficar em pé em uma longa fila para preencher uma papelada confusa realmente capta a riqueza da visão de Kafka? Além uso casual da palavra, o que faz algo kafkiano?

Confira no vídeo abaixo a aula de Noah Tavlin a respeito (é possível ativar legendas em português com tradução automática):


(Caso o vídeo não apareça, veja diretamente no Youtube)

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