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Pré-venda – Linguagem: a história da maior invenção da humanidade

Linguagem: a história da maior invenção da humanidade oferece uma história ampla e única da evolução da linguagem como uma invenção humana – da emergência da nossa espécie até as mais de sete mil línguas faladas hoje em dia. Sua complexidade e extensão foram inventadas pela nossa espécie, posteriormente se desenvolvendo em variedades locais; cada comunidade linguística foi modificando a linguagem para acomodar sua própria cultura. As primeiras línguas também foram restringidas pela neuropsicologia e pelo trato vocal humano. Todas as línguas surgiram gradualmente. A linguagem não começou com gestos, nem com cantoria, nem com imitação dos sons animais. A linguagem surgiu através de símbolos inventados culturalmente. Os humanos ordenaram esses símbolos iniciais e formaram símbolos superiores a partir deles. Ao mesmo tempo, os símbolos foram acompanhados por  gestos e pelo modelamento da altura da voz: a entonação. Os gestos e a entonação funcionam conjunta e individualmente para chamar a atenção, para tornar perceptivamente mais salientes alguns dos símbolos usados em um enunciado – os mais relevantes para o ouvinte. Esse sistema de símbolos, ordenamento, gestos e entonação surgiu cooperativamente; cada componente adicionando alguma coisa que levou a algo mais intrincado, mais eficaz. Nenhum desses componentes era parte da linguagem até que todos eles fossem – há quase dois milhões de anos. A linguagem foi culturalmente inventada e modelada e tornou-se possível por causa dos cérebros maiores e mais densos. Essa combinação de cérebro e cultura explica por que somente os humanos têm sido capazes de falar até agora.

Outros autores têm rotulado a linguagem como “invenção” somente para qualificar essa avaliação como razoável,  acrescentando “mas não é realmente uma invenção. Trata-se de uma metáfora”. Mas o uso da palavra “invenção” nesse caso não é uma metáfora. Ele quer dizer o que quer dizer: que as comunidades humanas criaram símbolos, gramática e linguagem onde antes não havia nada.

Mas o que é uma invenção? É uma criação de cultura. Thomas Edison sozinho não inventou a lâmpada, ele precisou do trabalho de Franklin sobre eletricidade, quase duzentos anos antes dele. Ninguém inventa nada. Tudo é parte de uma cultura e parte da criatividade de cada um, de ideias, de tentativas prévias e do conhecimento geral sobre o mundo em que vivemos. Cada invenção é construída ao longo do tempo, pedaço por pedaço. A linguagem não é exceção.

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