| ISBN: | 978-65-5541-639-8 |
| Formato: | 23 x 16 cm |
| Lombada: | 1,0 cm |
| Acabamento: | Brochura |
| N. de páginas: | 128 |
| Assunto: | Língua Portuguesa |
Fake news, deep fake, pós-verdade, teorias conspiratórias. Diante desses fenômenos, que vêm ganhando cada vez mais espaço, do ponto de vista da Linguística, a realidade passou a ser entendida como uma construção discursiva regida por relações de força e jogos de poder; um processo de elaboração de crenças; como resultado da interpretação do destinatário com base em seus valores, em suas emoções. Assim, a Semiótica Discursiva e Narrativa tem muito a dizer sobre a verdade, a falsidade, a mentira. Com vários exemplos do contexto brasileiro, esta obra mostra como essa área pode nos ajudar a entender melhor as armadilhas nas quais podemos ficar presos no processo de construção da verdade.
“Este livro, dada a polarização e a crise de credibilidade que assolam nosso tempo, é uma das obras mais úteis publicadas por linguistas no Brasil. Ele ensina a não aceitar piamente as mensagens que se recebem nas redes sociais; a ler, de maneira crítica, as informações que nos chegam aos borbotões.” - José Luiz Fiorin
| ISBN: | 978-65-5541-197-3 |
| Formato: | 16 x 23 cm |
| Lombada: | 0,9 cm |
| Acabamento: | Brochura |
| N. de páginas: | 192 |
| Assunto: | Língua Portuguesa |
O que é manipulação? Ela sempre é mal-intencionada? Como funciona um discurso manipulador? Nesta obra, o linguista francês Patrick Charaudeau disseca o tema do ponto de vista da linguagem. O autor discute a verdade e a negação, discorrendo sobre as possíveis relações do sujeito com a verdade, mostra como ela pode ser alterada em um ato de negação e apresenta quais meios estratégicos o manipulador usa para enganar os outros. Uma característica importante da manipulação é que ela chega disfarçada de discurso sincero.
Nesta era da pós-verdade em que a internet, as redes sociais e suas fake news têm papel preponderante na manipulação das pessoas, este livro joga luz sobre a sociedade contemporânea, com suas crises de saber e de confiança, das quais por vezes somos as fontes e, outras vezes, as vítimas.
Tradução: Dóris de Arruda C. da Cunha e André Luís de Araújo